O futuro das finanças na América Latina e no Caribe

Países começam a analisar e a lançar suas CBDCs

dez 21, 2021

Por Antony Pinedo
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#Series2021: As moedas digitais emitidas pelos bancos centrais, as CBDCs, começam a ganhar força na região. Brasil planeja o real digital, enquanto Bahamas consolida seu Sand Dollar

 

Com as moedas criptográficas em alta e a fim de inovar as economias dos países, vários reguladores monetários latino-americanos anunciaram suas intenções de emitir moedas digitais do banco central (CBDCs, na sigla em inglês).

O Brasil começou a planejar com seriedade sua CBDC, dizendo que executará uma prova de conceito para o “real digital” em 2022. A expectativa é lançar projetos pilotos em 2023. O Chile também disse que definirá, no início de 2022, uma estratégia para, eventualmente, emitir o “peso digital”. O regulador formou um grupo de trabalho para criar a proposta de moeda criptográfica. O Peru, por sua vez, começou a coordenar com Índia, Singapura e Hong Kong a futura emissão de uma moeda digital.

O Caribe se adiantou à tendência: em fevereiro, o Banco Central do Caribe Oriental (ECCB), juntamente com a plataforma de pagamentos Bitt, realizou a primeira transação da moeda digital DCash na ilha de Grenada. E as Bahamas – que lançou seu próprio CBDC em 2020 – associou seu “Sand Dollar” a um cartão Mastercard em fevereiro.

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