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O futuro das finanças na América Latina e no Caribe

novembro 30, 2021

Open banking em aprendizado

out 19, 2021

Por Roberta Prescott
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A implantação de open banking no Brasil está sendo de aprendizado para os bancos.

 

A implantação de open banking no Brasil está sendo de aprendizado para os bancos. Durante painel no MobiFinance, Karen Machado, gerente de open banking do Banco do Brasil, destacou que o momento é desafiador, mas ainda se encontra no início do processo e com uma adesão pequena das instituições que não são obrigadas a entrar.

“Me parece que é uma construção muito complexa; open banking mobiliza intensamente os times de tecnologia dos bancos envolvidos. Por isso, talvez os não obrigatórios estejam tentando entender e esperando passar o tempo de aprendizado para entrar”, disse a executiva do BB.

A visão de Ivo Mósca, superintendente de open finance e pagamentos instantâneos do Itaú Unibanco, vai na mesma linha. “Open banking nasce interoperando com todas as instituições participantes. Não é algo simples a ser implementado. Dada à grande quantidade de desenvolvimento, as instituições não obrigatórias podem estar aguardando todo o aprendizado para fazer uma implantação mais assertiva, já que são menores e têm capital limitado”, disse. Para Mósca, o open banking estará “voando” em 2022.

O PicPay, explicou o diretor de open banking, Thiago Alvarez, enxerga o open banking como fundamental para melhorar a jornada do cliente, desde o onboarding até o encerramento do relacionamento.

Tanto o Banco do Brasil quanto o Itaú estão na casa de milhares — e não milhões — de chamadas de APIs, porque estão priorizando a estabilização da plataforma. “A última coisa que queremos é dar uma jornada frustrada; temos sido muito cautelosos e trabalhando com público controlado”, justificou Mósca.

“As pessoas vão começar a entender open banking quando começarem a chegar ofertas após o compartilhamento de dados. Os maiores desafios são segurança, risco de fraude e educação financeira, além do desafio de como obter os dados, como fazer as pessoas autorizarem”, disse Wagner Martin, diretor de desenvolvimento de negócios da Veritran Brasil.

A expectativa é que as principais aplicações oriundas de open banking sejam de agregador de dados, pelo qual o cliente conseguirá gerenciar sua vida financeira, e de crédito, uma vez que open banking aporta mais informações dos clientes e os bancos podem ser mais assertivos na concessão de linhas de financiamento.

Além dessas, Karen Machado disse que aposta nas aplicações de pagamento e cobrança para oferecer aos clientes mais uma oportunidade decheckout, além de soluções de cobrança e cash management, combinando dados das fases 2 e 4 e com a possibilidade de movimentar as contas de aplicativo terceiros.

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