Cibercrime escala na Venezuela no setor fintech
Nas últimas semanas, pelo menos quatro ataques digitais atingiram empresas fintech venezuelanas, incluindo violações de dados e acessos não autorizados, embora não haja relatos de exposição de dados sensíveis. O momento desses ataques gerou preocupação e levou especialistas a questionarem se é mera coincidência ou se a Venezuela se tornou um novo alvo do cibercrime.
Fintechs como Cashea e Rapikom, focadas em modelos de “compre agora, pague depois”, relataram violações de dados. A plataforma de financiamento Krece admitiu acesso não autorizado aos seus sistemas e o aplicativo de entregas de última milha Yummy Riders relatou uma tentativa de extração de dados. A iupana solicitou entrevistas com a Cashea e a Krece, mas não obteve resposta.
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